segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Fim do mundo será, em 2011...

O fim do mundo será, em 2011, finalmente descoberto, há fortes suspeitas de que esteja atrás de uma pequena horta para os lados de Odivelas, depois de percorrer um pequeno caminho pelo meio de um canavial, que vai dar a um ribeiro e depois da horta do Bexiga vamos lá dar, de certeza, já estive perto, mas por medo voltei para trás. Amanhã vou lá e se for o fim do mundo aviso!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

A PONTE!

A polémica estalou, a ponte era o centro da discórdia, as pessoas que moravam no lado de cá da ponte diziam que o "outro lado" era o lado de lá e as pessoas que moravam no lado de lá da ponte diziam que o "outro lado" era o lado de cá, a ponte foi fechada, grandes blocos de betão foram colocados em cada uma das entradas e a cada uma das saídas, ninguém mais passou de um lado para o outro. Enquanto isso, conferências de imprensa eram dadas em ambos os lados da ponte, do lado de lá dizia-se, "Nós do lado de cá não iremos recuar perante a intransigência do lado de lá!!" e os do lado de cá afirmavam, "Nós do lado de cá não iremos recuar perante a intransigência do lado de lá!!". O lado de lá organizou uma festa de angariação de fundos para a construção de uma ponte que, segundo eles, iria do lado de cá para o lado de cá, por sua vez, o lado de cá organizou uma festa de angariação de fundos para a construção de uma ponte que iria do lado de cá para o lado de cá. O resultado foi a construção de uma espécie de pontão de cada lado da margem. As pontes entravam rio adentro, depois completavam uma volta de 360º e voltavam á margem.
O tempo passou e as pessoas, tanto de uma margem como da outra começaram a aperceber-se que assim não iriam a lado nenhum, principalmente até á outra margem e então começaram a haver movimentações clandestinas, nocturnas, na velha ponte bloqueada. Havia gente que atravessava a ponte á noite, tanto para um lado como para o outro. A ponte foi vedada completamente e herméticamente, que nem uma mosca passava, só o tempo passou e passou e passou, as pessoas cairam em si e alguém disse, "E se abrissemos a ponte?", todos concordaram, telefonou-se para o lado de lá, que concordou imediatamente. Preparou-se uma cerimónia com pompa e circunstância para a reabertura da ponte. No dia em que finalmente a ponte foi aberta e acabados os ressentimentos de parte a parte, a ponte caiu, por falta de manutenção. As margens olharam-se, e gritando atribuiram as culpas aos do outro lado e em pouco menos de um ano, cada margem construiu uma ponte para si, que se encontrava com a da margem oposta, num "s" a meio do rio, como se entrássemos na ponte para ir para lá, mas a meio voltava para cá e voltava novamente para lá até chegar á outra margem..........

Moral da história: "A ponte é uma passagem prá outra margem..."

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Manifesto elaborado pelo Misterioso Senhor Coiso com design de Miss LucyTão para a banda "Os Snakes"





... faça-se saber que Punhete era o antigo nome da Vila de Constância