Enquanto Palmira se preparava para a fodinha do mês, lavando as partes pudendas, Sebastião, deitado na cama, desnudo, pegava na sarda murcha e pensava, “Será que fechei a porta do carro? Foda-se tenho lá o computador dentro!!”
Vestiu-se à pressa e saiu porta fora sem fazer barulho, na esperança de conseguir voltar antes de Palmira sair do W.C.
Sebastião corria esbaforido,
Palmira lavava a xareca,
Sebastião confirmava que a porta estava fechada,
Palmira esfregava a cenaita já para além da dita lavagem,
Sebastião regressava esbaforido, a correr,
Palmira atingia a velocidade da luz, a gemer que nem uma porta velha,
Sebastião despia-se e voltava a deitar-se na cama,
Palmira saía sorridente do W.C., de forma sensual,
Sebastião ressonava na cama,
Palmira sentou-se aliviada, no sofá a ver a novela, com um único pensamento na cabeça,
“Amanhã vou fazer um bolo!”
O MISTERIOSO SENHOR COISO
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